Há mais de um ano que não escrevia. Nem papel, nem teclado, nada. No entanto, durante todo este ano, produzi mais textos na minha cabeça do que em qualquer outro período da minha vida. Hoje são memórias vagas de um certo estado de espírito, uma ou outra palavra, no máximo frases soltas. O tempo como o vivemos é tramado e deixou-me numa espécie de ansiedade, dividida entre o sentir que nunca antes tinha tido tanto para dizer/escrever e a impossibilidade de encontrar tempo e espaço para o fazer.

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